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Cinema

Jovens cineastas registram trabalhos de ongs

Reportagem publicada em 21/01/2008 Última atualização 21/01/2008 14:26 TU

Um dos projetos filmados pela Sumaúma é o trabalho de inserção digital desenvolvido pela Rits, a Rede de Informações para o Terceiro Setor.Foto : Sumaúma

Um dos projetos filmados pela Sumaúma é o trabalho de inserção digital desenvolvido pela Rits, a Rede de Informações para o Terceiro Setor.
Foto : Sumaúma

 

Sumaúma é uma árvore que ocorre em países tropicais, com as sementes da qual se enche travesseiros e colchões, uma planta tão importante que inspirou várias lendas às diferentes etnias de índios brasileiros. Mas Sumaúma é também uma organização não governamental, uma jovem produtora de documentários socioculturais e ambientais, o que é uma proposta interessante e ainda rara no Brasil.

Juliana Radler, uma das fundadoras da Sumaúma, explica no programa desta semana como funciona sua produtora engajada.

Esta semana você também fica sabendo detalhes do Festival de Sundance e vai entender porque o filme O Caçador de Pipas foi proibido no Afeganistão, país onde acontece a história contada no filme.

Veja o site da Sumaúma Documentários Sócioculturais e Ambientais (em português).

(Reportagem realizada por Pamela Valente)

 

ÁUDIO

Juliana Radler

Jornalista, uma das fundadoras da Sumaúma

"Nós somos uma organização sem fins lucrativos que tem o objetivo de produzir documentários sociais e ambientais e vídeos de projetos sociais. A gente sentiu que existia uma carência no mercado de projetos sociais. Muitas ongs desenvolvem projetos superinteressantes que têm como único registro uma fotografia ou um relatório. A gente acha que havia a necessidade de registrar esse material em vídeo, para poder disseminar essas informações".