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Angola

Problemática dos Direitos Humanos volta ao enclave de Cabinda

Polícia angolana vigia estabelecimento onde está alojada a equipa da seleção do Togo  em Cabinda , a  9 de janeiro de 2010.
Polícia angolana vigia estabelecimento onde está alojada a equipa da seleção do Togo em Cabinda , a 9 de janeiro de 2010. Reuters / Amr Abdallah Dalsh

 A sociedade civil de Cabinda prepara, para o próximo sábado, uma manifestação contra “detenções arbitrárias” no enclave. A problemática dos Direitos Humanos volta assim a marcar a atualidade no enclave de Cabinda, rica em petróleo.

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Com o nosso correspondente em Luanda, Avelino Miguel

Depois da visita do Secretário de Estado para os Direitos Humanos, Bento Bembe, que não deixou de reconhecer a necessidade de melhorar o respeito dos mesmos na região, associações cívicas convocaram, para o próximo sábado, uma manifestação de protesto contra as prisões arbitrárias.

Segundo os ativistas dos Direitos Humanos, multiplicaram-se as prisões sem culpa formada em Cabinda. Durante a manifestação que pode aumentar a tensão em Cabinda, vai ser exigida a libertação dos ativistas de Direitos Humanos presos no enclave, entre os quais o advogado Francisco Luemba e o padre católico Raul Tati. As forças da ordem já reforçaram as medidas de segurança. Os ativistas já anunciaram que a manifestação sai à rua se este direito cívico for violado pelas autoridades, impedindo a realização da mesma.

Apesar do acordo de paz assinado entre o governo angolano e o Forum Cabindês para o Diálogo, persiste a guerra na região entre as forças governamentais e os grupos independentistas da FLEC.

A RFI ouviu Arquimedes Varimelo, advogado do Gabinete de pressão e apoio à presidência da Liga dos Direitos Humanos de Moçambique.

Arquimedes Varimelo, advogado do Gabinete de apoio à presidência da LDH moçambicana

 

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