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Moçambique

Embarcação de Moçambique sequestrada ao largo de Madagáscar

O barco de pesca «Vega 5».
O barco de pesca «Vega 5». www.eunavfor.eu

Um navio de pesca de Moçambique foi sequestrado ao largo de Madagáscar. Segundo informações da missão da União Europeia contra a pirataria no Oceano Índico, a U.S. NAVFOR-Atalanta, 14 tripulantes seguiam a bordo. Em menos de um mês este é o terceiro ataque pirata junto as águas moçambicanas.

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Um navio de pesca moçambicano foi sequestrado ao largo da costa do Madagáscar. A bordo estava 14 tripulantes. A informação foi avançada pela missão a União Europeia contra a pirataria Oceano Índico, a U.S. NAVFOR-Atalanta.

O responsável pela operação, confirmou que o navio «Vega 5» foi atacado por piratas, depois de ter sido visto pela última vez, esta sexta-feira, perto da costa de Moçambique.

A embarcação moçambicana, avistada a cerca de 200 milhas a sudoeste das ilhas Comores, terá sido rebocada por um barco, muitas vezes, usado por piratas. Entretanto, ninguém conseguiu contactar com o navio, visto que não responde às chamadas.

Em menos de um mês, este é o terceiro ataque pirata junto às águas moçambicanas, uma situação que começa a preocupar as autoridades nacionais. O primeiro teve lugar a 10 de Dezembro na fronteira entre a Tanzânia e Moçambique. Seguiu-se outro, nas vésperas do Natal, a norte do Porto da Beira, onde os piratas tentaram atacar dois navios mercantes e, agora, este na passada sexta-feira.

A RFI procurou ouvir as entidades marítimas e de defesa nacional de Moçambique, mas sem sucesso. As instituições não comentam o sucedido e remetem para uma posterior comunicação oficial.

A missão da União Europeia contra a pirataria no Oceano Índico, a U.S. NAVFOR-Atalanta, passa por impedir e prevenir atos de pirataria nas águas do Oceano Índico e controlar o largo da costa somali. Além disso, à U.S. NAVFOR-Atalanta cabe escoltar navios de mercadorias que transportam ajuda humanitária do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas e, também, os navios da missão de manutenção de paz da União Africana na Somália e protege os navios vulneráveis no Golfo de Áden.

Com a colaboração do nosso correspondente em Maputo, Orfeu Lisboa

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