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MALI

Golpe de Estado no Mali

Os militares revoltosos tomam de assalto a rádio-televisão maliana em Bamaco a  22 de Março
Os militares revoltosos tomam de assalto a rádio-televisão maliana em Bamaco a 22 de Março Reuters/Malin Palm

O presidente maliano foi deposto na sequência de um golpe de Estado perpetrado esta quinta-feira. Uma junta militar assumiu o controlo do país com em pano de fundo o descontentamento no seio das forças armadas a propósito da intervenção militar no norte do país.

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Os disparos já tinham começado na tarde desta quarta, mas redobraram de intensidade ao longo da noite. De madrugada uma mensagem da junta militar foi lida na televisão suspendendo a constituição e foi decretado um recolher obrigatório, para além das fronteiras terem sido encerradas.

A população de Bamaco ficou refugiada em casa com o tiroteio a prosseguir pela tarde... não é certo o balanço de vítimas eventuais dos confrontos que, segundo as fontes, poderiam ir entre 1 e várias dezenas.

O paradeiro do presidente Amadu Tumani Turé também continua envolto em mistério, tudo indica que ele estaria em lugar seguro na capital.

Um processo que vem deitar por terra o calendário das eleições presidenciais previstas para Abril.

Um cidadão francês radicado em Bamaco faz o relato dos acontecimentos.

 

A CEDEAO, Comunidade económica dos Estados da África ocidental, a França, antiga potência colonial, ou a União Africana, através do presidente da Comissão, Jean Ping, condenaram o golpe de Estado no Mali (com dobragem de Marco Martins).

Georges Chicoti, chefe da diplomacia angolana, entrevistado em Paris por Cristiana Soares, reagiu também ao golpe de Estado no Mali.

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