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SÃO TOMÉ e PRÍNCIPE

São Tomé e Príncipe poderá beneficiar de Fundo Verde

O território insular de São Tomé e Príncipe está exposto às alterações climáticas
O território insular de São Tomé e Príncipe está exposto às alterações climáticas Miguel Martins/RFI

Começou esta quinta-feira, em Genebra, na Suíça, o primeiro conselho do Fundo Verde das Nações Unidas criado em 2011 para ajudar financeiramente os países em vias de desenvolvimento a lidar com os impactos das alterações climáticas. São Tomé e Príncipe poderá vir a beneficiar deste fundo.

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O Fundo Verde, criado em 2011 durante a Cimeira de Durban, viu esta quinta-feira pela primeira vez reunido o seu conselho executivo que avaliará, até sábado, as candidaturas a sede do organismo. Alemanha, México, Polónia, Coreia do Sul, Suíça e Namíbia disputam a sede do Fundo Verde, com destaque para uma candidatura africana.

Por agora levar-se-á somente a cabo uma avaliação prévia das candidaturas e criar-se-á um comité encarregado de, provavelmente em Outubro, recomendar um país anfitrião ao conselho. Se este aceitar a recomendação, o país de acolhimento será oficialmente designado em Novembro de 2012 durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a realizar no Qatar. 

Com temática coincidente, realizou-se esta semana em São Tomé e Príncipe o seminário internacional "Alterações Climáticas e suas repercussões sócio-ambientais". A insularidade do país, que o expõe de forma mais premente às alterações climáticas, foi a nota dominante dos debates.

Arlindo de Carvalho, Director-Geral do Ambiente no Ministério das Infraestruturas, Recursos Naturais e Ambiente de São Tomé e Príncipe, sublinha a importância do Fundo Verde ao qual o país terá necessidade de recorrer.

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