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Guiné-Bissau

Centrais sindicais guineenses ameaçam decretar greve geral

Os alunos guineenses esperam pelo regresso às auls
Os alunos guineenses esperam pelo regresso às auls Liliana Henriques / RFI

As duas centrais sindicais da Guiné-Bissau anunciaram esta sexta-feira que vão decretar dois dias de greve geral se até quarta-feira o governo de transição não pagar pelo menos 6 dos 10 meses de salários que deve aos professores.

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A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) e a Confederação Geral dos Sindicatos Independentes (CSGI) anunciaram esta sexta-feira que vão decretar dois dias de greve geral se até quarta-feira o governo não pagar pelo menos 6 dos 10 meses de salários que deve aos professores.

Esta tomada de posição surge na sequência da inépcia das autoridades de transição que tinham prometido, há cerca de duas semanas, viabilizar a disponibilização de verbas do Fundo de Fomento Industrial para o pagamento dos salários em atraso.

As centrais sindicais procuram pressionar as autoridades para que os professores possam voltar a dar aulas nas escolas públicas. Recorde-se que apesar do ano lectivo ter começado oficialmente a 30 de setembro, as escolas encontram-se fechadas por causa da greve de 90 dias decretada pelos professores.

Entrevistámos o secretário-geral da CGSI, Filomeno Cabral, que explica o processo que levou à tomada de posição das centrais sindicais.

Entretanto, relativamente ao adiamento das eleições gerais, o presidente de transiçao Serifo Nhamajo propôs esta sexta-feira aos partidos com assento parlamentar que o pleito seja adiado para 23 de fevereiro ou 2 de março de 2014.

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