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ANGOLA

Trabalhadores das Águas de Luanda em greve exigem libertação de sindicalistas

Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL)
Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL) facebook da EPAL

Greve dos trabalhadores da Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL) continuará até que a polícia liberte os três sindicalistas detidos esta segunda-feira.

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O movimento grevista dos trabalhadores da EPAL exige a libertação dos três sindicalistas, entre eles o primeiro e segundo secretários Raimundo António João e João Bernardo João, detidos esta segunda-feira pela Polícia Nacional. Os grevistas ameaçam inclusive cortar o fornecimento de água a Luanda se os sindicalistas não forem soltos nas próximas horas rejeitando qualquer negociação com a entidade empregadora enquanto tal não se verificar.

Os trabalhadores reivindicam, entre outros, melhores condições de trabalho, entre as quais assistência médica, e o pagamento de salários a tempo. Mais pormenores sobre este movimento grevista na EPAL com Avelino Miguel, o nosso correspondente em Luanda.

Em entrevista a João Matos, o presidente da associação Mãos Livres, Salvador Freire, que enquanto advogado assegura a defesa dos sindicalidas detidos, considera plausível que estes sejam libertados este sábado.

 

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