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GUINÉ-BISSAU

Guiné-Bissau intensifica preparação de eleições

Interior da sede do PAIGC em Bissau
Interior da sede do PAIGC em Bissau Miguel Martins/RFI

Enquanto se queimam os últimos cartuchos do congresso do PAIGC, já com novo líder, dois altos dirigentes das fileiras do PRS apresentaram as suas candidaturas às eleições presidenciais. Tratam-se do actual presidente da Assembleia nacional popular, Sori Djaló, e um dos seus antecessores no cargo, Jorge Malú.

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O PRS, Partido da renovação social, apoia oficialmente o empresário Abel Incada na corrida para a magistratura suprema. 

Porém o seu ex líder e antigo chefe de Estado, Kumba Yalá, optou por apoiar Nuno Nabian, presidente do conselho de administração da agência guineense de aviação civil.

As duas candidaturas ora apresentadas vêm dividir ainda mais os renovadores.

O grande rival do PRS continua a ser o PAIGC,  Partido africano para a independência da Guiné e Cabo Verde. O partido histórico guineense que queima, neste momento, os últimos cartuchos do seu congresso na cidade nortenha de Cacheu.

Uma força política liderada agora por Domingos Simões Pereira, antigo secretário-executivo da CPLP, Comunidade dos países de língua portuguesa, e que deverá ser o candidato do partido para o cargo de primeiro-ministro.

Pereira sucede no cargo a Carlos Gomes Júnior, derrubado no golpe de Estado de Abril de 2012.

Rui Landim, analista político guineense, entrevistado por Liliana Henriques, alega que a reunião magna do partido de Amílcar Cabral foi bem conseguida.

Rui Landim, analista político guineense

O ex primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, era o candidato melhor colocado na perspectiva da segunda volta das eleições presidenciais que o golpe veio impedir.

A instabilidade crónica guineense poderá aliás estar por detrás do atraso do país em vários domínios, caso das novas tecnologias.

Só nesta terça-feira arrancou a título experimental no centro da capital guineense testes visando a introdução da tecnologia 3 G no país.

O operador de telemóveis Orange, sedeado em França, aposta na aceleração da velocidade de acesso à internet com base na 3 G, uma tecnologia que nos países desenvolvidos já deu mesmo lugar à 4G.

Maurício Mané, director comercial da Orange Guiné-Bissau, realça a Miguel Martins a importância do passo hoje dado em prol da melhoria do serviço aos utentes de telemóveis.

Mauricio Mané, director comercial da Orange Guiné-Bissau

 

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