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União Europeia / África

Arranque da 4ª Cimeira União Europeia / África

Armando Inroga, ministro da indústria e do comércio de Moçambique.
Armando Inroga, ministro da indústria e do comércio de Moçambique. DR

Desde hoje e até esta quinta-feira, decorre em Bruxelas a 4ª Cimeira União Europeia/África, uma cimeira em que participam 60 chefes de Estado e de governo reunidos sob o lema "investir nas pessoas, na prosperidade e a paz".

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Embora as questões centrais desta conferência girassem à volta da discussão sobre novas oportunidades, cooperação nas áreas económica, migrações, imigração ilegal e emprego jovem, a cimeira começou concentrando fortemente a sua atenção sobre a República Centro-Africana e os meios de apoiar mais eficazmente esse país refém da violência há vários meses.

Mais pormenores com a enviada especial da RFI a Bruxelas, Neidy Ribeiro.

Neidy Ribeiro, enviada especial da RFI a Bruxelas

No rol de ajudas que a União Europeia pretende fornecer à República Centro-Africana, està previsto desde jà o envio de uma força militar europeia até finais de Maio. De acordo com o general francês Philippe Pontiès que vai comandar esta força de 800 homens, os militares deverão ser enviados o mais rapidamente possível porque "é urgente pôr fim às violências contínuas" naquele país. Entre os países que vão participar nesta força, encontra-se Portugal que vai enviar 47 militares à República Centro-Africana, conforme disse o primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho à enviada especial da RFI, Neidy Ribeiro.

Pedro Passos Coelho em declarações recolhidas pela enviada especial, Neidy Ribeiro

Esta nova cimeira entre líderes europeus e africanos tem sido igualmente uma ocasião para esboçar um balanço sobre o estado das relações entre os dois continentes designadamente no que toca aos acordos de parceria económica. Em entrevista com a RFI, Armando Inroga, ministro da Indústria e do Comércio de Moçambique, fez o ponto da situação sobre os elos económicos entre o seu país e a Europa.

Armando Inroga, ministro moçambicano da Indústria e Comércio, entrevistado pela enviada especial Neidy Ribeiro

Aludindo desta vez ao caso "Ematum", a controvérsia à volta da recente compra por Moçambique de navios-patrulha franceses em condições consideradas pouco claras por alguns países doadores, o ministro da Indústria e do Comércio de Moçambique negou que a Dinamarca tenha pedido explicações sobre este caso e disse ainda que muito em breve os dois países vão assinar um acordo.

Armando Inroga, ministro moçambicano da Indústria e Comércio, entrevistado pela enviada especial Neidy Ribeiro

 

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