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Cabo Verde

Greve geral em Cabo Verde dentro de dois dias

José Manuel Vaz, Presidente da central sindical CCSL.
José Manuel Vaz, Presidente da central sindical CCSL. DR

A segunda maior central sindical de Cabo Verde, CCSL, Confederação Caboverdiana de Sindicatos Livres, defende que tudo está a postos para a greve geral, dentro de dois dias, para reivindicar aumentos salariais.

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A Confederação Caboverdiana dos Sindicatos Livres, CCSL, que continua a ultimar os preparativos para a greve geral , dentro de dois dias, reclama aumentos salariais, para recuperar a perda do poder de compra, dos últimos anos, mas também, quer a institucionalização de subsídios de desemprego, no país.

 

Trata-se duma greve geral de 48 horas, que no entanto, só conta com a participação dos Sindicatos dessa central sindical, CCSL, enquanto a segunda maior central sindical, UNTC-CS, União Nacional dos Trabalhadores de Cabo Verde, próxima do poder, preferiu ficar em casa.

 

O Primeiro-ministro caboverdiano, José Maria Neves, declarou não ver "razões para esta greve geral e tão pouco para a radicalização das posições".

 

Por seu lado, na oposição, o Presidente do MpD, Movimento para a Democracia, Ulisses Correia e Silva, disse que os sindicatos "estão no seu direito de se manifestarem".

 

Enfim, António Monteiro, líder da terceira força política, também na oposição, UCID, União Caboverdiana Independente e Democrática, disse "respeitar a convocação da greve geral," mas que os partidos não têm nada que interferir nas decisões dos trabalhadores e seus sindicatos.

 

De Cabo Verde, o nosso correspondente, Odair Santos.

 

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