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Angola

Continua a greve no sector do ensino na Huíla, no sul de Angola

DR

O sector do ensino geral tem conhecido momentos tensos nos últimos dias em certas zonas de Angola, nomeadamente na província da Huíla, no sul do país, onde os professores encaminharam desde o dia 2 de Junho uma greve por tempo indeterminado para reclamar a actualização da carreira docente assim como o pagamento de subsídios em atraso.

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Esta que é a terceira greve do sector no espaço de dois anos, foi reconduzida pelos professores que, numa reunião mantida esta quarta-feira, também decidiram realizar uma manifestação no próximo sábado para protestar contra a ausência de soluções por parte do governo local. Em entrevista à RFI, Manuel Vitória Pereira, dirigente do sindicato dos professores SINPROF, explica as reivindicações dos professores da Huíla.

Noutras zonas do país, o sector do ensino está igualmente a atravessar dificuldades. Na Lunda-Sul, no leste do país, os professores têm ameaçado entrar em greve no próximo trimestre no caso de não haver actualização das carreiras docentes, assim como no Uíge no norte do país, onde cerca de 500 professores não recebem os seus salários há dois meses. Ao comentar esta última situação, o sindicalista Manuel Vitória Pereira considera que o executivo não tem demonstrado vontade política de alcançar um entendimento.

 

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