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MOÇAMBIQUE

Moçambique foi a votos

Moçambicanos foram às urnas
Moçambicanos foram às urnas Cristiana Soares

Começou o apuramento dos dados das eleições presidenciais, legislativas e para as assembleias provinciais moçambicanas que mobilizaram mais de dez milhões de eleitores. A CNE, entidade organizadora, assumiu a sua satisfação pela forma como decorreram globalmente as operações admitindo ainda assim alguns incidentes. Os resultados poderiam começar a ser ventilados no espaço de 48 horas.

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Concorriam ao pleito três candidatos ao escrutínio presidencial. Disputavam estas eleições gerais 30 forças políticas.

Os moçambicanos, para além do sucessor do presidente cessante, elegiam os 250 deputados da Assembleia da República e 811 membros das Assembleias provinciais.

Cristiana Soares, enviada especial a Maputo, deu-nos conta das primeiras horas do apuramento dos dados.

A nossa repórter testemunhou a votação junto de eleitores moçambicanos que lhe confienciaram o significado do dia que protagonizavam.

Os candidatos à sucessão de Armando Guebuza na chefia do Estado votaram logo de manhã.

Filipe Nyusi, da Frelimo, partido no poder, dizia-se confiante no resultado ao votar na Escola Secundária da Polana, em Maputo.

Afonso Dhlakama, candidato da Renamo, maior força da oposição, votara alguns minutos antes no mesmo recinto. O líder do movimento da perdiz alega aceitar resultados se o sufrágio for transparente e apelou a uma votação sem violência.

Já na Cidade da Beira o líder do MDM, Daviz Simango, afirmou-se orgulhoso por ter votado e apelou a tudo a fazer-se para evitar fraudes.

Por sua vez, o presidente cessante, Armando Guebuza, que termina o seu segundo mandato e não se pode voltar a candidatar, votou de manhã na capital, na Escola secundária Josina Machel, apelando a que não se manche com violência este acto eleitoral.

Também o chefe do executivo, Alberto Vaquina, relembrou a importância da mobilização do eleitorado, já que o direito de voto o resultado de uma importante conquista.

Por seu lado o antigo presidente, Joaquim Chissano, que votou na Escola Secundária da Polana de Maputo, sublinhou que existem mecanismos legais para os que ficarem insatisfeitos com os resultados.

Este escrutánio ocorre apenas um mês após a assinatura pelo chefe de Estado cessante, Armando Guebuza, e pelo líder da Renamo, Afonso Dhlakama, de um acordo prevendo cessar as hostilidades que marcaram a actualidade moçambicana no ano e meio que antecedeu estas eleições.

Um processo acompanhado de perto por delegações de observação eleitoral nacionais e internacionais que começarão, brevemente, a emitir os seus relatórios.

 Confira aqui alguns momentos fotográficos deste dia de votos em Moçambique :

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 Com a colaboração de Cristiana Soares, enviada especial, e de Orfeu Lisboa, correspondente em Maputo

 

 

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