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Guiné Bissau

CEDEAO entrega quartéis à Guiné-Bissau

Presidente da Comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), Kadré Désiré Ouédraogo
Presidente da Comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), Kadré Désiré Ouédraogo AFP / SEYLLOU

O Presidente da Comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), Kadré Désiré Ouédraogo, entregou dois quartéis oferecidos pelo sub-regional organização às autoridades da Guiné-Bissau.

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61 casernas, 4 cozinhas, 3 muros de vedação, uma oficina mecânica e no total 3,4 biliões de francos CFA investidos nos últimos 12 meses para a construção de dois quartéis na Guiné-Bissau.

Este é o resultado das casernas reabilitadas e entregues, formalmente, pelo Presidente da Comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), Kadré Désiré Ouédraogo, que se deslocou a Bissau para visitar os quartéis da força aérea e do exército em Bissau e nos quartéis de Buba, no sul do país.

A visita desfilou ao som da fanfarra militar e foi acompanhada pelo Primeiro-ministro guineense Domingos Simões Pereira e a Ministra da Defesa Cadi Seidi.

O Presidente da CEDEAO disse que se trata do renascer da Guiné-Bissau após vários anos de crises. Kadré Désiré Ouédraogo afirmou que a CEDEAO esteve sempre ao lado do país e vai continuar a estar presente nesta nova fase de reconstrução. Num momento em que a Guiné-Bissau está a passar por um momento de reforma no sector de defesa, da justiça e das finanças públicas.

A Organização sub-regional africana tem pronto um envelope financeiro de 63 milhões de dólares destinado ao fundo de pensões para a indemnização de militares que vão ter que deixar o exército e formar aqueles que vão permanecer nos quadros.

A Ministra da Defesa, Cadi Seidi, não escondeu a alegria e garantiu a total acalmia nos quartéis guineenses; "os militares guineenses reclamavam, agora estão serenos, estão concentrados e estão a fazer os seus trabalhos nas casernas. Estão confiantes porque estamos a trabalhar de acordo com as orientações no nosso primeiro-ministro e do governo da Guiné-Bissau em melhorar as condições de habitabilidade e condições de vida das tropas nas casernas".

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