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Moçambique

Apesar do acordo, a desconfiança permanece em Moçambique

Vista de Maputo.
Vista de Maputo. Wikimedia

Após vários meses de tentativas infrutíferas de consenso no quadro das suas rondas negociais, o governo e a Renamo, principal partido de oposição assinaram ontem um acordo para a despartidarização da função pública, um avanço que contudo não é suficiente para restabelecer a confiança no seio da classe política moçambicana.  

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Questionado por Neidy Ribeiro, enviada especial da RFI em Moçambique, Damião José, porta-voz da Frelimo partido no poder, refere que se trata de um sinal positivo, contudo lamenta que se continue a protelar a desmilitarização dos homens da Renamo.

Damião José, porta-voz da Frelimo, entrevistado pela enviada especial Neidy Ribeiro

Mesmo posicionamento não tem José Lopes, porta-voz da bancada parlamentar da Renamo, para quem isto é o reconhecimento de que a função pública tem estado partidarizada. 

José Lopes, porta-voz da bancada parlamentar da Renamo, entrevistado pela enviada especial Neidy Ribeiro

Por sua vez, Sande Carmona, porta-voz do MDM, mostra-se céptico quanto à aplicação deste acordo de princípio, todavia lembra que é fundamental pôr termo ao conflito de interesses entre o Estado e a Frelimo.

Sande Carmona, porta-voz do MDM, entrevistado pela enviadas especial Neidy Ribeiro

 

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