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Honduras

Um ano após golpe, instabilidade ainda ameaça Honduras

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya.
O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya. Reuters

Há um ano, no dia 28 de junho de 2009, os militares hondurenhos derrubaram o presidente Manuel Zelaya. O golpe teve o apoio dos Estados Unidos, mas foi condenado pela maioria dos países latino-americanos, como o Brasil. Apesar da realização de eleições, que levaram ao poder o presidente Porfírio Lobo, o país continua dividido.

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O golpe de Estado que depôs Manuel Zelaya da presidência de Honduras completou um ano nesta segunda-feira, mas o país ainda está longe da estabilidade social e política. O presidente atual, Porfírio Lobo, eleito em novembro de 2009, acusa os mesmos empresários ricos que derrubaram Zelaya de organizar uma nova ação radical, desta vez contra o seu governo.

No plano econômico, Honduras deixou de receber ajuda financeira de alguns parceiros depois que a nação foi expulsa da Organização de Estados Americanos (OEA) por causa do golpe de Estado. Países sul-americanos como o Brasil, a Venezuela e a Argentina não reconhecem o governo Porfírio Lobo como legítimo. Eles pedem a volta de Zelaya a Honduras como uma solução para a crise.

Segundo economistas, isso permitiria ao país um novo acordo com a OEA e o Fundo Monetário Internacional para receber recursos financeiros. Enquanto alguns analistas apóiam o retorno ao país do ex-presidente, exilado na República Dominicana, outros dizem que isso só agravaria a tensão.

Zelaya foi deposto em 28 de junho de 2009, quando tentou promover um referendo popular para reformar a Constituição e garantir sua reeleição. Ele se refugiou durante cinco meses na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa antes de sair do país.
 

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