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EUA/defesa

EUA anunciam cortes de gastos nas Forças Armadas

O secretártio da defesa Robert Gates e a secretária de estado americana, Hillary Clinton
O secretártio da defesa Robert Gates e a secretária de estado americana, Hillary Clinton Reuters/Kevin Lamarque

O secretário da defesa Robert Gates anunciou nesta quinta-feira que as Forças Armadas devem economizar 150 bilhões de dólares nos próximos cinco anos. Esta é a primeira redução desde os ataques terroristas do dia 11 de setembro.

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Cleide Klock, correspondente da RFI em Nova York

O secretário da defesa Robert Gates disse que o Pentágono não pode ficar à margem da pressão sofrida pelo restante do governo e que as reduções representam uma passagem da "cultura do financiamento sem fim" para a "a da poupança e da moderação." O anúncio causou surpresa, pois mesmo na fase mais difícil da crise financeira, o setor sempre foi beneficiado com muito dinheiro.

O país ainda está no meio de uma guerra, a do Afeganistão, e na reestruturação pós-guerra, no Iraque. Mesmo assim, pretende poupar 150 bilhões de dólares entre 2012 e 2016, através de reestruturações, de restrições de programas de armamento e gastos operacionais. O orçamento de 2011 do Pentágono será de 548 bilhões de dólares, mais 158 bilhões que financiarão as operações no Iraque e no Afeganistão.

No ano fiscal de 2012, o valor terá um crescimento de 3%, mas depois os aumentos serão reduzidos a zero em 2015 e 2016. A partir de 2015 está prevista também a redução de 6% do efetivo - cerca de 47 mil homens – do Exército e da Marinha. Apesar do anúncio, o orçamento militar continuará a ser redefinido por propostas de despesa anual do presidente, que serão baseadas na mudança de fatores econômicos - declínio ou crescimento - e as ameaças ao redor do mundo – que segundo o secretário de defesa, poderão ser controladas mesmo com 150 bilhões a menos.
 

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