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Equador/Eleições

Eleições no Equador são teste para "revolução cidadã" de Correa

O presidente do Equador, Rafael Correa, em foto feita durante uma coletiva de imprensa no palácio presidencial de Quito no dia 22 de janeiro de 2014.
O presidente do Equador, Rafael Correa, em foto feita durante uma coletiva de imprensa no palácio presidencial de Quito no dia 22 de janeiro de 2014. Guillermo Granja

Mais de 11 milhões de equatorianos são convocados para votar hoje nas eleições municipais, um teste eleitoral delicado para o presidente socialista Rafael Correa. O partido dele luta para conservar a prefeitura da capital Quito.

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No poder desde 2007 e até agora vencedor em todos os pleitos, Rafael Correa, uma das principais personalidades da esquerda latino-americana, participou ativamente da campanha, repetindo que sua "revolução cidadã está em jogo".

Mesmo se as pesquisas indicam que seu partido, Alianza Pais, deve continuar governando a maioria dos 221 municípios, a oposição poderia conquistar a preferitura de Quito e se manter em seu bastião de Guayaquil, segunda maior cidade do Equador e importante porto industrial no sudoeste do país.

Na capital, o candidato conservador Mauricio Rodas, um jovem advogado de 39 anos, está em vantagem na disputa contra o atual prefeito, Augusto Barrera, 52 ans.

Reeleito no ano passado para um último mandato de quatro anos, já que a Constituição proíbe que ele se candidate novamente, Rafael Correa afirmou que a perda da capital abriria um período de instabilidade, um temor sempre presente no Equador, que teve sete presidentes em uma década.

Em guerra contra a mídia e o setor privado, o chefe de Estado denunciou antes do pleito uma "operação da direita nacional e internacional em Quito para conquistar a prefeitura", operando em paralelo com a crise na Venezuela, país do qual Correa é aliado.

Em Guayaquil, controlada pela direita há duas décadas, o atual prefeito, Jaime Nebot, 67 anos, está em vantagem diante de Viviana Bonilla, 30, que defende as cores do partido governista.

Além da duas principais cidades do país, o presidente Rafael Correa também presta uma atenção particular aos resultados nas regiões amazônicas, onde seus projetos de mineração e exploração do petróleo suscitam uma forte resistência por parte das comunidades indígenas.

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