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EUA/11 de setembro

Barack Obama inaugura Museu do 11 de setembro em Nova York

Barack Obama visitou o Museu do 11 de setembro acompanhado do ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg (e), da primeira-dama Michelle Obama, do ex-casal presidencial, Bill e Hillary Clinton.
Barack Obama visitou o Museu do 11 de setembro acompanhado do ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg (e), da primeira-dama Michelle Obama, do ex-casal presidencial, Bill e Hillary Clinton. REUTERS/Kevin Lamarque

O presidente norte-americano Barack Obama inaugurou nesta quinta-feira (15), em Nova York, o Museu do 11 de setembro. O espaço, que homenageia as vítimas do atentado terrorista contra o World Trade Center em 2001, foi construído no mesmo local onde estavam as Torres Gêmeas, no sul de Manhattan.

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Foi com um discurso emocionado que o chefe da Casa Branca inaugurou o Museu do 11 de setembro. Acompanhado da primeira-dama Michelle Obama, o presidente disse que o objetivo do projeto, que deve ser visto como “um lugar de cura e de esperança”, é retraçar as histórias das vítimas, para que as próximas gerações não esqueçam nunca os atentados. A cerimônia também contou com a presença do ex-casal presidencial Bill e Hillary Clinton, do ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, de familiares dos mortos e dos sobreviventes do atentado.

O museu foi construído em um espaço subterrâneo, no local onde estavam as Torres Gêmeas derrubadas por dois aviões pilotados por terroristas da Al-Qaeda. O espaço reúne milhares de objetos que pertenceram à algumas das 2.973 vítimas do ataque, mas também destroços dos prédios, fotografias e gravações de áudio e vídeo. Um caminhão do corpo de bombeiros parcialmente destruído, que participou das operações de resgate, também pode ser visto durante a visita.

Além da homenagem, os idealizadores esperam que o memorial se torne um instrumento pedagógico. Uma sala foi criada no percurso para que os visitantes possam entender o contexto do atentado, mas também a evolução do grupo terrorista Al-Qaeda após o episódio.

O museu, que custou US$ 700 milhões (cerca de R$ 1,5 bilhão), será aberto ao público apenas no dia 21 de maio. Até lá, o local poderá ser visitado, gratuitamente, apenas pelas famílias das vítimas, moradores do bairro e equipes que participaram das buscas após o atentado. A entrada custará 24 dólares.

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