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Estados Unidos/eleições

Em entrevista, Obama diz que Hillary Clinton seria uma presidente "eficaz"

O presidente Barack Obama depois da coletiva de imprensa na Casa Branca
O presidente Barack Obama depois da coletiva de imprensa na Casa Branca REUTERS/Larry Downing

Em entrevista à rede ABC, o presidente americano Barack Obama disse nesta sexta-feira (30) que a ex-secretária de Estado americana Hillary Clinton seria muito ‘eficaz’ se o substituísse na presidência dos Estados Unidos. Ele também afirmou que ambos se tornaram amigos.

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Durante a entrevista, o presidente americano foi questionado sobre a candidatura da ex-secretária de Estado, que é a favorita nas pesquisas para as primárias democratas de 2016, mas ainda não anunciou sua intenção de participar das eleições. "Hillary e eu somos amigos", disse Obama, que venceu Hillary em 2008 nas primárias. Depois de várias trocas de farpas durante a campanha, ele convidou a rival para dirigir a diplomacia americana.

Segundo ele, a nomeação de Hillary foi vista como uma casamento forçado, depois de uma das campanhas para primárias "mais longas da história." Ele também declarou que cabia a Hillary Clinton a decisão de disputar o cargo em 2016. "Não sei o que ela fará, mas sei que, se aceitar, será muito eficaz", disse. O segundo mandato de Obama chega ao fim em 20 de janeiro de 2017.

"Tive a chance de ter pessoas formidáveis ao meu lado, que trabalharam muito e são muito competentes, como ela, o vice-presidente Joe Biden e o meu secretário-geral Denis McDonough", acrescentou Obama. Aos 66 anos, Hillary Clinton está no topo das preferências para a candidatura democrata, segundo as pesquisas.

Hillary Clinton lança livro em junho

A ex-secretária de Estado lança no mês de junho “Hard Choices”, um livro de memórias, com um relato detalhado do atentado de 2012 contra a missão diplomática americana de Benghazi, na Líbia. Hoje o jornal americano Politico publicou trechos da obra, que traz críticas contra os republicanos, que a acusam de ter dissimulado o caráter terrorista do atentado, ocorrido também em 11 de setembro, para beneficiar a campanha de Obama.
 

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