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Argentina

Cristina Kirchner será investigada em escândalo de lavagem de dinheiro

A investigação sobre a ex-presidente Cristina Kirchner acontece sob sigilo judicial.
A investigação sobre a ex-presidente Cristina Kirchner acontece sob sigilo judicial. REUTERS/Enrique Marcarian

O procurador federal da Argentina, Guillermo Marijuan, solicitou a abertura de investigação contra a ex-presidente Cristina Kirchner em um caso de suspeita de lavagem de dinheiro. O pedido foi feito com base em dados fornecidos por uma testemunha, na sexta-feira (8). A investigação corre sob sigilo na Justiça. 

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De acordo com informações vazadas para a imprensa, a testemunha teria mencionado a ex-presidente Cristina (2007-2015) e seu falecido marido, o ex-presidente Néstor Kirchner (2003-2007), como parte das operações sob investigação.

Além de Cristina, o procurador solicitou que sejam investigados o ex-ministro do Planejamento de Kirchner, Julio De Vido, o financista argentino Ernesto Clarens e outras pessoas que não tiveram sua identidade divulgada.

Na próxima quarta, a ex-presidente deve comparecer à Justiça para testemunhar em um outro caso de suspeita de desvio de dinheiro público em operações cambiais do Banco Central quando ela ocupava a Casa Rosada.

O Ministério da Justiça declarou neste sábado que não dará "qualquer informação" sobre a identidade dos demais envolvidos, amparados sob a figura de testemunhas protegidas, após o vazamento das declarações do empresário Leonardo Fariña, citando os Kirchner. O juiz do caso, Sebastián Casanello, determinou segredo de Justiça.

No âmbito dessa investigação, a Justiça determinou na quarta-feira a detenção do empreiteiro Lázaro Báez, por suspeita de lavagem de dinheiro. Ele teria multiplicado sua fortuna ao longo das gestões do casal Kirchner. Báez, de 59 anos, é acusado de ter desviado dinheiro para contas na Suíça nos 12 anos de governo de Kirchner, com os quais manteve uma amizade. A imprensa argentina alega que Baéz seria responsável pela administração financeira da família Kirchner.

Informações da AFP

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