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Grupo Estado Islâmico reivindica ataque com faca em Minnesota

Oito pessoas foram esfaqueadas em um centro comercial de St. Cloud (Minnesota) no sábado, 17 de setembro de 2016.
Oito pessoas foram esfaqueadas em um centro comercial de St. Cloud (Minnesota) no sábado, 17 de setembro de 2016. Reprodução: Twitter

O ataque com faca que deixou oito feridos no sábado (17) em um centro comercial em Minnesota, nos Estados Unidos, foi feito por "um soldado do Estado Islâmico (EI)", anunciou neste domingo (18) a agência Amaq, do grupo extremista. Em Nova York, onde bombas explodiram ontem em Chelsea, a hipótese de uma ação terrorista internacional foi descartada.

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"O autor dos ataques com faca em Minnesota era um soldado do Estado Islâmico, que respondeu às convocações para tomar como alvos os cidadãos dos países-membros da coalizão dos cruzados", indicou a Amaq. No sábado, um homem, vestido com uniforme de segurança, esfaqueou passantes no centro comercial Crossing Roads Center, em St. Cloud, Minesotta, e acabou sendo morto.

William Blair Anderson, chefe de polícia da cidade de St. Cloud, em Minnesota, onde ocorreu a violência, informou que o autor do ataque "fez várias referências a Alá" durante a ação, e que perguntou a uma vítima se era muçulmana antes de agredi-la. No entanto, ressaltou que a investigação ainda está em andamento. "Se foi um ataque terrorista ou não, não quero dizer agora, porque não sei", acrescentou.

Um homem, vestido com uniforme de segurança, atacou diversas pessoas em um centro comercial de Minesotta. Ele foi morto depois de ferir

O grupo Estado Islâmico, que proclamou em junho de 2014 um califado entre Iraque e Síria, também está ativo em outros países, onde deixou centenas de mortos e feridos e realizou apelos ataques contra os países da coalizão liderada pelos Estados Unidos, que desde setembro de 2014 bombardeia suas posições.

Bomba em Chelsea: terrorismo internacional foi descartado

Nova York também foi alvo de um ataque na noite de sábado, no badalado bairro de Chelsea, famoso por seus bares e restaurantes. Uma bomba explodiu, ferindo 29 pessoas; uma delas está em estado grave.

Neste domingo, o governador da cidade, Andrew Cuomo, descartou a hipótese de um atentado terrorista internacional e afirmou que a motivação do ataque ainda não é conhecida. Horas antes, o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, confirmou que a origem da explosão "foi intencional".

O atentado, que ainda não foi reivindicado, aconteceu exatamente uma semana depois das celebrações dos 15 anos dos ataques de 11 de setembro.

 

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