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Estados Unidos/Israel

Trump promete Jerusalém como "capital unificada" de Israel

candidato republicano Donald Trump prometeu que reconhecerá Jerusalém como a capital unificada de Israel, se for eleito presidente dos Estados Unidos.
candidato republicano Donald Trump prometeu que reconhecerá Jerusalém como a capital unificada de Israel, se for eleito presidente dos Estados Unidos. REUTERS/Jonathan Ernst

Depois de uma reunião neste domingo (25) com o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, o candidato republicano Donald Trump prometeu que reconhecerá Jerusalém como a capital "unificada" de Israel, caso seja eleito presidente dos Estados Unidos.  

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O encontro privado de cerca de uma hora aconteceu na residência do magnata, a Trump Tower, em Nova York, na véspera do primeiro debate presidencial contra a candidata democrata Hillary Clinton. Trump reconheceu que Jerusalém foi a capital do povo judeu por mais de 3.000 anos e que os Estados Unidos, sob seu governo reconhecerão Jerusalém como a capital unificada do Estado de Israel, segundo um comunicado divulgado pela equipe de campanha do candidato.

Israel ocupou a metade do leste de Jerusalém durante a guerra contra os árabes, em 1967, e a anexou a seu território em 1980, declarando a totalidade de Jerusalém como sua capital."O primeiro-ministro Netanyahu discutiu com Trump assuntos relacionados à segurança de Israel e seus esforços para conseguir a estabilidade e a paz no Oriente Médio", indicou o gabinete do líder israelense em um comunicado.

Os Estados Unidos e a maioria dos países-membros das Nações Unidas desconhecem a anexação de Jerusalém e consideram que o status definitivo do território é um tema-que deve ser discutido durante as negociações de paz com os palestinos.

Congresso americano aprova lei que reconhece Jerusalém como capital de Israel

Em outubro de 1995, o Congresso americano aprovou uma lei reconhecendo Jerusalém unificada como capital de Israel e autorizando recursos para mudar a embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém. Trump também conversou com Netanyahu sobre a experiência de Israel com "o muro de segurança" usado para dividir Israel da Cisjordânia.

Horas mais tarde, Hillary Clinton também se reuniu com Netanyahu em um encontro privado no W Hotel em Nova York. Em um comunicado, a equipe de campanha de Clinton destacou a coincidência de "interesses gerais estratégicos" entre os dois países e recordou o forte apoio militar prometido pelos Estados Unidos a Israel.

(Com informações da AFP)

 

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