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Cuba/Fidel Castro

Cubanos prestam primeira homenagem a Fidel Castro

Um grande painel do ex-presidente cubano Fidel Castro foi colocado em frente da Biblioteca Nacional de Cuba na Praça da Revolução, em Havana, Cuba, em 27 de novembro de 2016.
Um grande painel do ex-presidente cubano Fidel Castro foi colocado em frente da Biblioteca Nacional de Cuba na Praça da Revolução, em Havana, Cuba, em 27 de novembro de 2016. REUTERS/Enrique de la Osa

Os cubanos se reúnem nesta segunda-feira (28) na Praça da Revolução, o local mais amado por Fidel Castro, para prestar a primeira grande homenagem ao líder histórico da ilha.

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Nesta semana, uma série de homenagens marcará a morte do pai da revolução cubana. "Vá à praça e verá o que é de verdade o povo de Cuba , como sofre quando sente de verdade", declarou Jorge Guilarte, um bicitaxista de 50 anos. A morte do comandante na sexta-feira, aos 90 anos, mergulhou a ilha no silêncio. O governo declarou nove dias de luto nacional.

Hoje o irmão de Fidel e presidente Raúl Castro discursa diante do momunento de José Marti, figura da luta pela independência do país.

As cinzas do líder, que governou o país durante 48 anos, serão expostas na Praça da Revolução até terça-feira. Na quarta-feira, começará uma procissão que percorrerá 13 das 15 províncias do país, com a conclusão no domingo em Santiago de Cuba, onde as cinzas serão depositadas no cemitério Santa Ifigenia após uma viagem de quase 1.000 km.

Alguns líderes estrangeiros devem viajar a Cuba durante a semana. A morte de Fidel Castro, um polêmico protagonista do último século 20, provocou uma série de reações em todo o mundo.

Último adeus a Fidel

"Qualquer cubano que seja digno deve comparecer à Praça para prestar o último adeus a Fidel, que é Cuba", afirmou Ernestina Suárez, uma dona de casa de 67 anos. A oposição suspendeu qualquer ato de repúdio contra o dirigente por respeito ao luto nacional, mas em Miami os dissidentes cubanos continuam celebrando com champanhe a morte de Castro. 

O líder cubano, que estabeleceu um regime comunista a menos de 200 km da costa leste Estados Unidos, em plena Guerra Fria, pronunciou seu último discurso na Praça da Revolução em 1 de maio de 2006, dois meses antes de ficar gravemente doente em consequência de uma hemorragia intestinal.

(Com informações da AFP)

 

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