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Estados Unidos/Trump

Revista Time escolhe Trump como personalidade do ano

O presidente eleito nos Estados Unidos, Donald Trump.
O presidente eleito nos Estados Unidos, Donald Trump. REUTERS/Mike Segar

O presidente eleito já estava entre os oito finalistas em 2015. No ano passado, a revista americana havia escolhido a chanceler alemã Angela Merkel.

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"É uma grande honra, isso significa muito para mim", disse o magnata ao vivo no programa "Today", transmitido pela rede NBC. A razão da escolha é que Trump "desafiou todos os prognósticos vencendo as eleições, dando uma nova configuração às regras políticas dos Estados Unidos".

O presidente eleito agora figura ao lado de personalidades como Barack Obama, indicado em 2012, ou ainda o papa Francisco, em 2013.

A publicação escolhe figuras que marcam uma época, por uma razão benéfica ou não. No ano passado, por exemplo, Abu Bakr Al-Baghdadi, líder do grupo Estado Islâmico, figurava entre os oito finalistas, assim como o próprio Donald Trump.

A revista também pode escolher uma ação ou símbolo. Em 2014, os combatentes do ebola foram homenageados, e em 2006, o conteúdo gerado pelos internautas na rede venceu a classificação.

Trump demite colaborador

O filho do conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump foi demitido da equipe de colaboradores que prepara a transição de governo. O anúncio foi feito nesta terça-feira (6) à noite pelo vice-presidente eleito Mike Pence. "Mike Flynn Jr. não tem mais nenhuma função na equipe de transição", declarou o futuro vice-presidente ao canal CNN.

O demitido organizava a agenda e administrava temas burocráticos para o pai, o general da reserva Mike Flynn. De acordo com o jornal The New York Times, Flynn Jr., 33 anos, foi demitido por ter divulgado informações não verificadas sobre uma pizzaria de Washington que acusou de estar relacionada à uma rede de pedofilia.

O proprietário do estabelecimento comercial e seus funcionários receberam ameaças de morte. A polêmica poderia ter resultado em uma tragédia no domingo, quando um jovem entrou armado com um fuzil na pizzaria para "investigar" pessoalmente o caso, chamado pela imprensa de "Pizzagate".

 

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