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Chile

Mais de 40 são detidos, acusados por provocar gigantescos incêndios no Chile

Enquanto polícia procura culpados, bombeiros continuam combatendo as chamas
Enquanto polícia procura culpados, bombeiros continuam combatendo as chamas REUTERS/Cristobal Hernandez

As autoridades chilenas prenderam, até este domingo (29), 43 pessoas suspeitas de terem provocado alguns dos gigantescos incêndios florestais que deixaram um rastro de destruição no país. As chamas mataram 11 mortos pessoas e destruíram 400 mil hectares de vegetação. 

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O balanço da tragédia foi divulgado pela presidente chilena, Michelle Bachelet. Ela explicou que os suspeitos foram detidos "por sua eventual responsabilidade nos incêndios florestais" que há quase duas semanas afetam sete regiões do centro e sul do Chile. "Estamos seguros de que alguns focos de incêndio foram intencionais. Vamos continuar investigando até o final", afirmou a chefe de Estado.

Praticamente todos os suspeitos foram detidos nas regiões de O'Higgins, Maule e Biobío, as mais atingidas pelos incêndios. Se o envolvimento dos presos for confirmado, as penas podem chegar a 20 anos de detenção.

Os incêndios colocaram em risco a flora e fauna silvestre das regiões afetadas e os especialistas temem um dano considerável. "Minha mensagem é uma só: não vamos cruzar os braços diante desta tragédia", concluiu Bachelet.

Mais de 90% dos incêndios registrados anualmente no Chile são provocados intencionalmente, mas os episódios deste ano também foram alimentados pelas altas temperaturas, uma seca persistente e os fortes ventos que atingem o país.

(Com informações da AFP)

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