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Estados Unidos/Trump

Justiça dos EUA nega recurso do governo para aplicar decreto que limita entrada de muçulmanos

Manifestante protesta na posse de Donald Trump
Manifestante protesta na posse de Donald Trump REUTERS/Peter Nicholls

O Ministério da Justiça americano entrou com um recurso neste sábado (4) à noite para suspender a decisão do juiz James Robart, de Seattle, que proíbe a aplicação do decreto de Trump, mas a Justiça recusou o pedido do governo.

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O decreto limita a entra de cidadãos de sete países de maioria muçulmana (Síria Iraque, Irã, Iêmen, Líbia, Somália e Sudão). Uma decisão que gerou protestos em diversos países.

O governo alega que a decisão do juiz, que impede a aplicação do decreto, coloca em risco a segurança dos americanos. O presidente americano Donald Trump também reagiu em sua conta no Twitter, dizendo que a decisão “ridícula” de Robart desse “que se diz juiz” seria invalidada. O pedido foi rejeitado nesse domingo pela Corte de Apelação Federal.

Em sua residência em Palm Beach, na Flórida, onde passa o fim de semana, Trump justificou a medida “pela necessidade de impedir novos ataques no território americano”. Enquanto o recurso impetrado pelo governo não for analisado, três juízes decidirão se o recurso de Robart tem efeito suspensivo.

Governo autorizará "entrada temporária"

O departamento de Estado americano anunciou que autorizará “temporariamente” a entrada dos cidadãos dos sete países visados que tenham um visto válido. Companhias aéreas do mundo todo autorizaram o embarque de passageiros que estavam bloqueados depois da decisão do juiz federal americano.

Um porta-voz das Nações Unidas, Leonard Doyle, disse que ao jornal americano New York Times que cerca de 2 mil refugiados aguardavam a autorização para entrar nos Estados Unidos.

 

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