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Ex-presidente da Argentina é alvo de nova acusação judicial

Cristina Kirchner, ex-presidente da Argentina
Cristina Kirchner, ex-presidente da Argentina REUTERS/Marcos Brindicci

A ex-presidente argentina Cristina Kirchner sofreu nesta terça-feira (4) um novo revés judicial ao ser acusada por associação ilícita e lavagem de ativos em um processo que inclui seus dois filhos.

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O juiz Claudio Bonadio, encarregado do caso, ordenou, além disso, o embargo de 130 milhões de pesos argentinos (pouco mais de US$ 8 milhões) e proibiu a saída do país de todos os processados.

Segundo a resolução, Kirchner, de 64 anos, foi processada como "autora penalmente responsável" dos delitos de "associação ilícita na qualidade de chefe em forma real com o delito de lavagem de ativos de origem ilícita agravada por su habitualidade" e de negociações incompatíveis com seu cargo.

Os filho da ex-presidente, Florencia e Máximo Kirchner, foram procesados por fazer parte de uma "associação ilícita" e os empresários Cristóbal López, Lázaro Báez, Fabián De Sousa e Osvaldo Sanfelice foram acusados de "organizadores".

Protagonista de uma saga judicial com várias causas e denúncias, Cristina enfrentará seu primeiro julgamento oral por suposto prejuízo ao Estado, em um polêmico caso de operações cambiais no final de seu mandato. O caso também é conduzido pelo juiz Bonadio. São quatro as acusações sobre Kirchner, a maioria por supostos casos de corrupção.

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