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Companhias aéreas adotam novas medidas de segurança em voos para EUA

Passageiros passam por área especial no aeroporto JFK, em Nova York.
Passageiros passam por área especial no aeroporto JFK, em Nova York. REUTERS/Eduardo Munoz

As companhias Emirates, Air France e Norwegian confirmaram nesta quarta-feira (25) que as autoridades norte-americanas exigiram controles mais duros dos passageiros e outras empresas aéreas emitiram comunicados confirmando sua aplicação.

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As companhias aéreas internacionais começarão nesta quinta-feira (26) a aplicar novas regras de segurança e a aplicar questionários mais detalhados a passageiros antes de embarcarem em voos para os Estados Unidos.

Há poucos detalhes sobre as novas disposições, anunciadas após o governo do presidente Donald Trump exigir controles mais rigorosos em relação a refugiados e imigrantes.

A Emirantes anunciou que os passageiros serão submetidos a "entrevistas prévias ao check-in", enquanto a Air France afirmou que fará uma "entrevista de segurança" adicional. A Norwegian disse que seus passageiros serão instruídos por mensagens de SMS e que começará o check in quatro horas antes da saída de seus voos para os Estados Unidos.

Moratória sobre migrantes

Nesta terça-feira (24), Trump emitiu uma ordem executiva, dando fim à moratória sobre a chegada de refugiados, mas impôs novos controles para passageiros provenientes de 11 países, em sua maioria de população predominantemente muçulmana.

Antes, o governo tinha proibido o porte de laptops ou aparelhos eletrônicos grandes na bagagem de mão em voos vindos de certos países do Oriente Médio. Ele também tentou impor um bloqueio de vistos a alguns países, uma medida que está sendo avaliada pela Justiça.

A Casa Branca insistiu que os novos controles servem para proteger o país do terrorismo, mas críticos de Trump lhe acusam de impor medidas arbitrárias contra muçulmanos.

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