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EUA, Transgênero, Forças Armadas

Forças Armadas americanas permitem recrutas transgênero

Foto de arquivo: Protesto contra a decisão do presidente americano Donald Trump de proibir pessoas transgênero nas Forças Armadas, Nova York, 26 de julho de 2017.
Foto de arquivo: Protesto contra a decisão do presidente americano Donald Trump de proibir pessoas transgênero nas Forças Armadas, Nova York, 26 de julho de 2017. REUTERS/Carlo Allegri

A partir desta segunda-feira (1°), pessoas transgênero vão poder entrar nas forças armadas dos Estados Unidos, apesar da falta de suporte do presidente americano Donald Trump à medida. 

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Este é o último vestígio de uma política de integração defendida pelo governo do ex-presidente Barack Obama, que autorizou pessoas transgênero a se alistarem em 2016. Ela entra em vigor nesta segunda-feira (1°), depois do Pentágono ser obrigado a cumprir com o parecer de uma corte federal americana, que decidiu contra a interdição defendida por Trump. 

Em julho de 2017, o presidente americano postou uma mensagem no Twitter dizendo que pessoas transgênero não seriam aceitas no exército por causa do "tremendo custo médico e perturbação" que causavam. Quatro processos hoje tramitam pelo judiciário americano contra a decisão do presidente, que causou revolta. 

Pessoas transgênero devem provar que estão estáveis

O Departamento de Defesa publicou novas diretrizes para que recrutadores e examinadores saibam como avaliar requerentes com dignidade e respeito.  

As forças armadas tratam a disforia de gênero ou transtorno de identidade de gênero como uma condição médica. Os candidatos que querem se juntar aos militares devem, portanto, apresentar provas de que estão aptos a servir. Entre elas estão um comprovante médico de que nos últimos 18 meses estiveram estáveis, sem nenhum "sofrimento clinicamente significativo." 

Um médico licenciado também deve certificar que o requerente completou todo o tratamento médico associado à transição de gênero e que permaneceu estável no gênero preferido nos últimos 18 meses.

No entanto, a medida hoje em vigor se refere apenas à quem quer entrar no serviço militar, não à quem já faz parte do exército. 

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