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Estudante belga é presa na Nicarágua e pai teme tortura

Manifestação pela libertação das pessoas presas nos protestos dos últimos meses na Nicarágua, sábado 21 de julho de 2018 em Manágua.
Manifestação pela libertação das pessoas presas nos protestos dos últimos meses na Nicarágua, sábado 21 de julho de 2018 em Manágua. REUTERS/Oswaldo Rivas

Entre os presos durante as manifestações anti-Ortega na Nicarágua está uma jovem estudante do "Movimento Estudantil 19 de Abril", que detém a dupla nacionalidade belga-nicaragüense e cujo destino preocupa a família e as autoridades da Bélgica. A militante é acusada de "terrorismo", "sequestro", "incêndio criminoso" e "porte de armas", acusações fabricadas, segundo seu pai, Frédéric Coppens.

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Com informações dos correspondentes da RFI em Bruxelas

Ele diz que sua filha, Amaya Coppens, é dirigente do movimento estudantil e que participava das manifestações desde o começo, em meados de abril. Segundo o pai, ela lutava contra "as injustiças e o autoritarismos crescentes do regime Ortega/Murillo". Coppens informa ainda que ela teria sido transferida para o centro de detenção de El Chipote, na capital Manágua, onde, segundo ele, haveria casos confirmados de tortura.

A estudante foi presa na noite de segunda-feira (10) pela polícia e pela milícia paramilitar em León, a segunda maior cidade do país. Seu pai havia retornado à Bélgica com dois irmãos de Amaya antes da prisão de sua filha. Amaya Coppens nasceu em Bruxelas e cresceu na Nicarágua. Ela tem 23 anos e estuda medicina no país da América Central.

O ministro de Relações Exteriores da Bélgica disse que está acompanhando de perto a situação e que pretende abordar a questão diretamente com seu homólogo na Nicarágua.

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