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EUA/impeachment

Câmara dos Representantes recusa processo de impeachment de Trump

O presidente dos EUA, Donald Trump, realiza um comício de campanha em Greenville, Carolina do Norte, em 17 de julho de 2019.
O presidente dos EUA, Donald Trump, realiza um comício de campanha em Greenville, Carolina do Norte, em 17 de julho de 2019. REUTERS/Kevin Lamarque

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos rejeitou nesta quarta-feira (17) uma proposta para iniciar uma proposta de impeachment contra o presidente americano, Donald Trump, depois dos comentários racistas do presidente republicano, no final de semana.

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A Casa, dominada pelos democratas com 235 cadeiras, rejeitou a proposta por 332 votos contra 95, o que revelou a divisão dentro do partido sobre o tema. A proposta foi apresentada por Al Green, um legislador democrata que representa o Texas, após a série de tuítes criticando quatro congressistas que representam minorias nos EUA: Alexandria Ocasio-Cortez (representante de Nova York de origem porto-riquenha), Ilhan Omar (Minnesota, americana nascida na Somália), Ayanna Pressley (legisladora negra por Massachusetts) e Rashida Tlaib (Michigan, de origem palestina).

Na véspera, a Câmara de Representantes aprovou uma resolução "condenando energicamente os comentários racistas do presidente Donald Trump, que tem legitimado e incrementado o medo e o ódio contra novos americanos e contra as pessoas de cor". O texto foi aprovado por quatro legisladores republicanos e 235 democratas.

Divisões dentro do Partido Democrata

Mas o processo de impeachment é um tema que gera divisões dentro do Partido Democrata. A presidente da Câmara de Representantes, a democrata Nancy Pelosi, é contrária à estratégia. Green é um declarado crítico das políticas migratórias de Trump e denuncia com frequência as condições nos centros de detenção de imigrantes que entram no país irregularmente.

Um eventual pedido de impeachment aprovado na Câmara seria barrado no Senado, controlado pelos republicanos, e daria munição a Trump para a campanha à reeleição em 2020.

(Com informações da AFP)

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