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Venezuela/ ajuda humanitária

Venezuela recebe primeira remessa de ajuda humanitária europeia

Mulher carrega itens provenientes da primeira remessa de ajuda humanitária em Caracas, em 16 de abril de2019.
Mulher carrega itens provenientes da primeira remessa de ajuda humanitária em Caracas, em 16 de abril de2019. REUTERS/Manaure Quintero

A Federação Internacional da Cruz Vermelha (FICV) enviou um terceiro carregamento para a Venezuela com 34 toneladas de ajuda humanitária doadas pela Itália, informou a organização em um comunicado à imprensa nesta quarta-feira (31).

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A nova carga se soma às já enviadas em abril e junho e foi coordenada pela Cruz Vermelha Italiana "com o apoio do Ministério italiano das Relações Exteriores e doadores privados", acrescenta o texto.

Os envios da Cruz Vermelha italiana para a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho "visam a fornecer uma gama de serviços de saúde para 650 mil pessoas na Venezuela por 12 meses".

O carregamento, o primeiro que chega da Europa, inclui medicamentos essenciais, como antibióticos e anti-inflamatórios, produtos descartáveis e equipamentos médicos, como desfibriladores, segundo a organização.

“Aliviar o sofrimento”

"Sabemos que essa remessa não atenderá a todas as necessidades do país: pedimos a todos os parceiros e doadores que apoiem nosso chamado para aliviar o sofrimento dos venezuelanos", disse o presidente da FICV e da Cruz Vermelha Italiana, Francesco Rocca, citado no comunicado.

A Venezuela enfrenta a pior crise de sua história recente, com uma hiperinflação que fecharia 2019 a 10.000.000%, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). A crise se manifesta principalmente nas dificuldades para adquirir medicamentos, alguns escassos e outros inatingíveis para a maioria.

Em abril, o presidente Nicolás Maduro chegou a um acordo com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) para a entrada da ajuda humanitária, em meio a uma luta que ele tem com o líder da oposição Juan Guaidó pelo poder.

Os suprimentos anteriores saíram do centro de logística da Cruz Vermelha no Panamá.

Segundo as Nações Unidas, pelo menos 7 milhões de pessoas, cerca de um quarto da população da Venezuela, precisam de ajuda humanitária urgente.

(AFP)

 

 

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