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OIT/Brasil/Genebra

Política salarial brasileira é destaque na OIT

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, paraticipa nesta segunda-feira de um debate de alto nível na Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra.
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, paraticipa nesta segunda-feira de um debate de alto nível na Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra. Renato Araujo/ABr

O chanceler brasileiro Celso Amorim participa em Genebra, na Suíça, da 99ª Conferência Internacional do Trabalho, na sede da OIT. O evento discute o Pacto Global pelo Emprego, políticas macroeconômicas e o papel do emprego produtivo e da proteção social na realização dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU.

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A política salarial do Brasil teve destaque na abertura ministerial da conferência da OIT, nesta segunda-feira, em Genebra. Pela manhã, o ministro do Trabalho, Carlos Roberto Lupi, falou na sala das assembléias sobre a questão do trabalho decente e das metas alcançadas pelo Brasil no setor trabalhista.

Rui Martins, correspondente da RFI em Genebra

À tarde, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim participou de um debate de alto nível. Ele falou sobre o pacto do emprego, os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e sobre as medidas sociais brasileiras, como o bolsa família. Em seu discurso no evento, o chanceler brasileiro procurou transmitir a mensagem de que a justiça social é possível, compatível e necessária ao crescimento econômico.

Em entrevista exclusiva à RFI, Celso Amorim descartou o aumento da idade mínima para a aposentadoria no Brasil, tema que vem agitando a Europa. “O Brasil vai continuar a crescer de maneira sustentável nos próximos anos e não há perigo de nós diminuirmos os direitos sociais”, garantiu o chanceler.
 

Para ele, o sucesso da economia brasileira, que deve cresce 7% este ano, se deve aos programas de transferência de renda, ao aumento do salário mínimo e outros programas sociais de apoio à agricultura familiar que contribuíram para que o país enfrentasse a crise e criasse empregos durante a recessão mundial.
 

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