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Ajuste Fiscal

Política de austeridade divide governo brasileiro, diz jornal Les Echos

Reprodução

O jornal econômico francês Les Echos desta quarta-feira (27) informa seus leitores que o plano de ajuste fiscal do governo brasileiro divide a base de sustentação da presidente Dilma Rousseff no Congresso. O artigo relata os problemas políticos e econômicos do Brasil, que deve ver o PIB recuar 1,24% este ano.

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Les Echos diz que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, aparentemente descontente com o corte nos gastos bem abaixo do que defendia, optou por não comparecer ao anúncio dos cortes de quase R$ 70 bilhões no orçamento. Alegando um resfriado, o ministro logo desmentiu os rumores de que estaria deixando o governo, o que fez o real se desvalorizar diante do dólar, escreve o diário francês.

O jornal também comenta os rumores de que o ex-presidente Lula teria orientado a manifestação de revolta da base petista contra o plano de austeridade de Joaquim Levy, porque teria interesse em voltar ao poder em 2018.

O jornal lembra que manifestantes anti-Dilma vão chegar hoje à Brasília com o pedido de impeachment da presidente. Os opositores se sentem traídos pelo PSDB que recuou no pedido para afastar a presidente, diz Les Echos.

Chineses na América do Sul

Em outro artigo, o jornal econômico registra o fim do giro do primeiro-ministro Li Kequiang por quatro países da América do Sul. “O dinheiro de Pequil estimula o PIB da região”, escreve o Les Echos ilustrando com uma foto do premipê chinê sendo recebido pela presidente Dilma Rousseff em Brasília.

O objetivo da China é econômico: o país está de olho nos recursos minerais e agrícolas dos latino-americanos e, para isso, oferece a seus aliados muito dinheiro. Um estudo de um centro de estudos em Washington calculou que, nos últimos 10 anos, Pequim emprestou 120 bilhões de dólares aos países da região.

 

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