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Minas Gerais/Barragem

Rompimento de barragens em Minas Gerais tem repercussão internacional

A barragem que rompeu na região de Mariana pertence à empresa de minério Samarco.
A barragem que rompeu na região de Mariana pertence à empresa de minério Samarco. Divulgação / Samarco

O rompimento nesta quinta-feira (5) da barragem de rejeitos da empresa de mineração Samarco, em Minas Gerais, teve repercussão quase imediata na imprensa internacional. O acidente, que provocou uma enxurrada de lama e inundou várias casas na região de Mariana, foi destaque em vários jornais do mundo.

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A imprensa norte-americana foi uma das primeiras a noticiar a catástrofe. “As esquipes de socorro estão em busca de sobreviventes e corpos”, relata o jornal New York Times, lembrando que cerca de 400 pessoas viviam na pequena cidade de Bento Rodrigues, situada a cerca de 7 km da barragem.

Para o jornal argentino El Clarín, “o desastre causado pela mineradora ameaça com inundações de lama tóxica a cidade histórica de Mariana”. O diário explica que uma delegação de peritos já foi enviada ao local para investigar as causas do acidente e as consequências que o rompimento da barreira poderá ter para a população.

Citando fontes da imprensa brasileira, o site do jornal francês Le Monde relatou, poucas horas após o acidente, que o rompimento de uma das duas barragens teria deixado pelo menos 15 mortos. O vespertino explica que o estado de Minas Gerais é o coração do minério no Brasil desde o século 16 e lembra que a exploração do ouro, que fez a riqueza inicial da região, foi substituída pela extração de minerais e pedras semipreciosas.

Já o jornal suíço Tribune de Genève frisa que o acidente, registrado por volta das 16h no horário local, ocorreu entre as cidades históricas coloniais de Ouro Preto e Mariana. O diário traz declarações do prefeito de Ouro Preto e diz que as autoridades pediram aos moradores da região de Bento Rodrigues para deixar o local com urgência. 

O site da revista francesa L’Express lembra que a Samarco, responsável pelas barragens, é uma empresa que pertence à gigante brasileira do minério Vale e à australiana BHP Billiton. O consórcio indicou que "está mobilizando todos os esforços possíveis para ajudar as pessoas e minimizar os danos ao meio ambiente”, acrescenta o texto.

 

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