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Brasil-África

“Falta gente na área de comunicação em Angola”, diz jornalista brasileiro

Áudio 03:03
João Belisário, jornalista e intelectual brasileio que atua em Angola.
João Belisário, jornalista e intelectual brasileio que atua em Angola.

As relações Angola- Brasil têm vários componentes, mas a movimentação humana entre estas duas margens do Atlântico Sul é composta por cidadãos anônimos com os mais diferentes motivos. Os angolanos no Brasil são bem mais numerosos que os brasileiros em Angola, mas de fato, os voos diários da TAAG (companhia aérea angolana), alternadamente para o Rio e São Paulo estão sempre lotados nos dois sentidos. Sobre essa relação entre os dois países a reportagem da RFI entrevistou o intelectual e jornalista brasileiro, João Belisário.

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Por Jonuel Gonçalves, especial para a RFI

Dos viajantes angolanos nota-se uma predominância de turistas e empresários de todos os níveis – pequeno, médio e grande. Mas os estudantes também representam um número considerável, acrescido com frequência pelos familiares que vão visitá-los.

Dos brasileiros, o maior número é de funcionários de empresas estabelecidas em Angola, mas também há vários pesquisadores em fase de doutorado ou mestrado. Porém, talvez o maior número de viajantes seja de pessoas com perfis diferentes e uma grande variedade de motivos. É algo como um conjunto de anônimos que contribuem para as relações humanas nos mais variados setores em ambos os países.

Um desses casos é o brasileiro João Belisário, que foi para Angola pela primeira vez logo após a independência angolana, na década de 1970, por motivos de solidariedade e desde então nunca mais cessou seu contato, incluindo longas estadas no país africano. “Quando cheguei em Angola há 40 anos, era um momento de muita euforia. Havia uma revolução em marcha. Cheguei como jornalista, cheio de mitos sobre África e aos poucos fui entendendo o país”, recorda Belisário.

Ele participa de projetos e está envolvido na publicação "África 21", que há dez anos é editada em Angola, Brasil e Portugal. “Falta muita gente na área de comunicação em Angola”, lamenta João Belisário.

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