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Corpo carbonizado encontrado no Rio pode ser de embaixador grego

Carro cuja placa corresponde ao veículo alugado pelo embaixador grego no Brasil, Kyriakos Amiridis, foi encontrado na Baixada Fluminense.
Carro cuja placa corresponde ao veículo alugado pelo embaixador grego no Brasil, Kyriakos Amiridis, foi encontrado na Baixada Fluminense. Reprodução YouTube

A Polícia Civil do Rio de Janeiro encontrou nesta quinta-feira (29) um carro com um corpo carbonizado que pode ser do embaixador da Grécia no Brasil, Kyriakos Amiridis, visto pela última vez na segunda-feira (26), em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

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"A informação que podemos confirmar é que encontramos um carro em Nova Iguaçu com um corpo, e estamos investigando para verificar se é o mesmo no qual viajava o embaixador”, disse à agência AFP uma fonte da Delegacia de Homicídios, encarregada da investigação. A placa do veículo corresponde à do carro alugado pelo embaixador. A polícia não antecipou quando serão divulgados os resultados dos testes de DNA.

Segundo "informações preliminares", Amiridis teria sido visto pela última vez na noite do dia 26 de dezembro. Kyriakos Amiridis, de 59 anos, que desapareceu na segunda-feira, encontrava-se de férias no Rio desde o dia 21 de dezembro. Ele pretendia retornar a Brasília no dia 9 de janeiro, segundo uma funcionária da embaixada da Grécia.

A imprensa brasileira informou que foi a mulher do embaixador que denunciou seu desaparecimento na quarta-feira (27). Ela relatou não ter conseguido contatá-lo após ele ter saído sozinho do apartamento da família em Nova Iguaçu, na Zona Oeste, município da região metropolitana do Rio de Janeiro, por volta das 20h, na última segunda. O diplomata saiu de casa em um carro que o casal havia alugado. "Não trabalhamos com a hipótese de sequestro", declarou o delegado Evaristo Pontes.

"A investigação segue algumas linhas, mas não trabalhamos com a possibilidade de sequestro. Se esse fosse o caso, os sequestradores já teriam feito contato", afirmou o policial, esclarecendo que sua equipe especializada assumiu o caso porque a Polícia Federal considerou que o desparecimento de Amiridis não teria a ver com sua função diplomática.De qualquer forma, Pontes informou que os detalhes sobre a investigação são mantidos sob "sigilo" porque a investigação ainda está em curso, e devido à relevância do cargo do embaixador

Amiridis é embaixador da Grécia no Brasil desde 2016. De 2001 a 2004, ele ocupou o cargo de cônsul-geral no Rio de Janeiro, além de ter sido embaixador na Líbia, entre 2012 e 2016. Ele é casado e tem uma filha, de acordo com dados da embaixada grega no Brasil.
 

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