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Imprensa internacional destaca “tragédia” do incêndio do Museu Nacional do Rio

Forte repercussão na imprensa sobre o incêndio que destruiu no domingo o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio.
Forte repercussão na imprensa sobre o incêndio que destruiu no domingo o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio. REUTERS/Ricardo Moraes

O incêndio que destruiu no domingo o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio, teve forte repercussão na Europa. TVs e rádios francesas abordam o incidente, destacando que o local - um dos espaços culturais mais importantes do Brasil - contava com 20 milhões de itens.

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Na internet, os sites dos principais jornais europeus e franceses também destacam o incêndio em suas principais notícias. "200 anos de história do Brasil foram consumidos pelo fogo", lamenta o jornal Le Monde. A publicação lembrou que o local, aberto em 1818, foi criado pelo rei João VI e possuía mais de “20 milhões de peças de valor”.

A revista Paris Match publicou as “impressionantes imagens do museu destruído pelo fogo” e destacou a “tragédia para a cultura”. O site do canal de TV France 24 também mostrou as cenas do “impactante” incêndio e lembrou que fósseis de dinossauros também faziam parte da coleção do museu.

Indignação é total

O Le Figaro falou de “consternação” ao publicar o vídeo do incêndio. O jornal Libération destacou a indignação de estudantes, professores e pesquisadores que planejam protestos em frente ao edifício destruído.

Na Espanha, o site do jornal El Pais também comentou a tragédia e lembrou que o incendio não causou vítimas por ter começado após o encerramento das visitas. A publicação espanhola destacou também a falta de conservação e divulgou dados da imprensa brasileira sobre a falta de verba dos últimos quatro anos e dos “€ 100 milhões” que eram necessários para a manutenção.

Para o britânico The Guardian o incêndio é uma perda "incalculável" para uma instituição que tinha 200 anos. O jornal lembrou que o museu abrigava peças egípcias, da civilização greco-romana e fósseis encontrados no Brasil.

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