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Imprensa

Bolsonaro afirma que não economizará esforços pela democracia na Venezuela, destaca Le Monde

Le leader de l'opposition vénézuelienne, Juan Guaido, et  le président brésilien, Jair Bolsonaro, avant leur conférence de presse à Brasilia, le 28 février 2019.
Le leader de l'opposition vénézuelienne, Juan Guaido, et le président brésilien, Jair Bolsonaro, avant leur conférence de presse à Brasilia, le 28 février 2019. REUTERS/Ueslei Marcelino

A imprensa francesa desta sexta-feira (1°) destaca as declarações do autoproclamado presidente venezuelano, Juan Guaidó, em Brasília, onde se encontrou com Jair Bolsonaro. O líder da extrema direita prometeu que "o Brasil não economizará esforços para o retorno da democracia à Venezuela".

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"Apesar das ameaças, Juan Guaidó promete voltar à Venezuela em alguns dias" é o título da matéria assinada pela correspondente do jornal Le Monde em São Paulo, Claire Gatinois. O texto destaca que o opositor venezuelano, que corre risco de morte e é ameaçado de prisão em seu país, foi recebido pelo presidente brasileiro e se reuniu com embaixadores europeus em Brasília na quinta-feira (28).

Em coletiva de imprensa, Guaidó afirmou que voltará à Venezuela na próxima segunda-feira, 4 de março. "Resistiremos", garantiu o opositor em Brasília, ao lado do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro.

Segundo Le Monde, o líder da extrema direita do Brasil estava orgulhoso de posar ao lado de Guaidó diante da imprensa, "o homem de quem espera que termine com o regime chavista", salienta o jornal. Bolsonaro também afirmou que o retorno da democracia à Venezuela só será possível "através de eleições limpas e confiáveis", publica o diário.

"Deus é brasileiro e venezuelano"

Outros sites de notícias franceses também destacam a ida de Guaidó a Brasília. O site do jornal La Croix afirma que Bolsonaro chamou o opositor venezuelano de "irmão" e "símbolo da esperança". "Deus é brasileiro e venezuelano", afirmou o presidente brasileiro, ressalta o diário.

La Croix também publica que o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que uma "guerra civil" na Venezuela é um cenário possível. Embora, na semana passada, tenha dito que uma intervenção militar no país "não faria sentido".

O site da revista Le Point lembra que o autoproclamado presidente da Venezuela passou pela Colômbia antes de chegar ao Brasil, "dois países na fronteira com a Venezuela que organizaram ajuda humanitária, que não pode entrar no território venezuelano devido ao bloqueio permanente do exército de Nicolás Maduro.

O site da revista L'Express ressalta que Guaidó corre o risco de ser preso ao voltar à Venezuela, já que estava proibido de sair do território venezuelano por ordem judicial. Segundo a matéria, o opositor deve deixar Brasília nesta sexta-feira rumo ao Paraguai. O presidente paraguaio, Mario Abdo, confirmou no Twitter que se reunirá com Guaidó na sede da presidência do país, em Assunção.

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