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Brasil/turismo

Turismo internacional cresce 4% em 2019, mas recua no Brasil

Vista aérea da praia de Copacabana no Rio de Janeiro, um dos cartões postais do Brasil
Vista aérea da praia de Copacabana no Rio de Janeiro, um dos cartões postais do Brasil REUTERS/Sergio Moraes

O turismo internacional cresceu 4% no primeiro semestre de 2019, com melhorias notáveis no Oriente Médio, na Ásia e no Pacífico, mas registrou um recuo na América do Sul, de acordo com um relatório da Organização Mundial do Turismo, publicado nesta segunda-feira (9). 

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Os destinos da América do Sul sofreram uma queda de 5%. O motivo, segundo a OMT, é o declínio do turismo argentino, que afetou os países vizinhos. A agência,sediada em Madri, também alertou para uma queda nos gastos com turismo das duas grandes economias latino-americanas, Brasil (-5%) e México (-13%) Globalmente, depois de dois anos com crescimento de 7% em 2017 e 6% em 2018, "o Brasil está retomando sua tendência histórica", afirmou a agência da ONU.

Em geral, o número de turistas internacionais aumentou, chegando a 671 milhões - 30 milhões a mais do que no mesmo período de 2018. A OMT planeja fechar o ano com uma melhoria de 3% a 4%. A agência atribui esses resultados à força econômica, acessibilidade e conectividade dos voos e à maior facilitação de vistos, mas também alerta para ameaças ao setor.

"Os indicadores econômicos mais fracos, a incerteza prolongada sobre o Brexit, as tensões comerciais e tecnológicas e os crescentes desafios geopolíticos começaram a afetar a confiança de empresas e consumidores", alerta em seu comunicado.

Crescimento é registrado no Oriente Médio, Ásia e Pacífico

A primeira metade de 2019 foi especialmente positiva para destinos no Oriente Médio, que registraram um aumento de 8% nas chegadas, e na Ásia e no Pacífico, onde cresceram 6%, graças principalmente aos turistas chineses.

O restante dos mercados também melhorou, mas com mais moderação. A Europa cresceu 4%, devido, em parte, à demanda inter-regional, e os EUA e a África, 2%.Nessas duas últimas áreas, os resultados do norte da África se destacam, com 9% após o golpe sofrido no início da década, e o Caribe (+11%), impulsionado pelos Estados Unidos.

(Com informações da AFP)

 

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