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Ciência e Tecnologia

ONGs europeias defendem uso de células humanas em alternativa a teste em animais

Áudio 03:43
Em março, a União Europeia proibiu que cosméticos testados em animais sejam vendidos no bloco.
Em março, a União Europeia proibiu que cosméticos testados em animais sejam vendidos no bloco. Divulgação/fondationbrigittebardot.fr

"Animais utilizados como modelo biológico do homem constitui um erro total", segundo Claude Reiss, pesquisador e presidente da associação Antidote Europa. Para ele há outras alternativas viáveis a prática com animais, como a utilização de células humanas cultivadas e denúncia a incompatibilidade para o homem dos resultados científicos obtidos com outras espécies.   

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Sete meses após a proibição da venda de cosméticos testados em animais na União Europeia, a Fundação Brigitte Bardot pela proteção dos animais denuncia as dificuldades de controle no interior dos laboratórios e a forte pressão das indústrias químicas.

Em entrevista à RFI, Christophe Marie, porta-voz da fundação fala sobre os efeitos benéficos dessa legislação, que ainda não possui equivalente no Brasil, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), mas revela que a França é o país que mais realiza testes científicos em animais na Europa.

Na última semana, a intervenção de ativistas em defesa dos animais para resgatar cães utilizados para testes científicos no Instituo Royal em São Roque reativou o debate sobre a utilização de animais para a pesquisa de cosméticos e medicamentos no Brasil.

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