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OMS diz que testes de vacinas contra zika levarão ao menos 18 meses

Um biólogo mostra células do mosquito Aedes inoculados com o vírus zika no laboratório de biologia da Universidade Estadual de Campinas
Um biólogo mostra células do mosquito Aedes inoculados com o vírus zika no laboratório de biologia da Universidade Estadual de Campinas REUTERS/Paulo Whitaker

Os testes clínicos em grande escala de vacinas contra o zika vírus não devem começar em menos de um ano e meio, indicou nesta sexta-feira (12) a Organização Mundial da Saúde (OMS), ressaltando que 15 empresas estão trabalhando nisso.

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"Apesar desse cenário encorajador, não irão ocorrer testes clínicos em grande escala de vacinas em menos de 18 meses", declarou à imprensa a vice-diretora da organização encarregada do departamento de Sistemas de Saúde e Inovação, Marie-Paule Kieny.

Duas vacinas parecem promissoras. Uma é desenvolvida pelo Instituto Nacional de Saúde norte-americano, e a outra pelo laboratório indiano Bharat Biotech.

Além disso, a OMS garantiu que, entre quatro e oito semanas, saberá se o zika vírus causa microcefalia e síndrome de Guillain-Barré, como suspeitam fortemente os cientistas.

Responsável por uma grande epidemia na América Latina, o vírus é especialmente perigoso para mulheres grávidas, porque pode estar associado a casos de microcefalia em crianças cujas mães foram infectadas durante a gravidez, mas também por um aumento de casos da síndrome de Guillain-Barré (uma doença neurológica).

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