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Mil Folhas

Editoras boicotam Salão do Livro de Paris

Áudio 13:11
Vista panorâmica do Salão do livro
Vista panorâmica do Salão do livro Emmanuel NGuyen

O Salão do Livro de Paris completa 30 anos em crise. O mais importante evento editorial da França, e um dos mais importantes da Europa, abre suas portas na próxima sexta-feira boicotado por grandes editoras francesas. A Bayard, especializada em literatura infanto-juvenil, simplesmente não vai participar do Salão, e grandes grupos, como a Hachette, o maior da França, e La Martinière, reduziram drasticamente seus estandes. O motivo: fazer economia e protestar contra os organizadores do Salão do Livro de Paris, acusado pelas editoras de ser muito grande, caro e pouco original. Apesar do boicote, novecentas editoras participam do evento que acontece até o dia 31 de março no Parque de Exposições da capital francesa e, esperam conseguir atrair os 200 mil visitantes esperados. O Brasil participa, como nos anos anteriores, com um estande patrocinado pela Fundação Biblioteca Nacional, Sindicato e Câmara Brasileira do Livro.A brasileira Raice Cabral, que mora em Paris, vai lançar durante o Salão seu livro "Presse sur le divan", (Imprensa no divã), publicado pela editora Publibook. O livro é resultado do mestrado da jornalista na Sorbonne sobre a cobertura da imprensa brasileira da crise política do governo Lula desencadeada no Brasil com os escândalos dos correios e do Mensalão, em 2005. Raice Cabral centrou sua análise em duas revistas nacionais: Istoé, segundo ela, pró-Lula e Veja, que tem uma linha editorial contra o governo do PT.Ouça a entrevista de Raice Cabral no programa Mil Folhas.

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