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Cultura

Filme sobre obra sonora de Cildo Meireles é sucesso em Toulouse

Áudio 05:03
Marcela Lordy, diretora de "Ouvir o Rio", diante do cartaz francês do filme no festival de Toulouse em 22 de março de 2013.
Marcela Lordy, diretora de "Ouvir o Rio", diante do cartaz francês do filme no festival de Toulouse em 22 de março de 2013. LC

"Ouvir o Rio", uma escultura sonora de Cildo Meireles, dirigido pela paulistana Marcela Lordy, foi um dos documentários mais aplaudidos neste 25° Festival do Cinema Latino-Americano de Toulouse. Nesta verdadeira expedição do artista ao lado de engenheiros de som e da equipe do filme pelas bacias hidrográficas brasileiras, o público tem a oportunidade de descobrir, através dos sons, a maravilha e a tragédia dos nossos rios, cujas fontes estão ameaçadas pela depredação do homem.Da delicadeza de uma gota d’água à força espetacular das pororocas, o documentário propõe um diálogo estético navegando na proposta conceitual de Cildo, um dos artistas mais renomados do mundo. Partindo da ideia do palíndromo (palavras que podem ser lidas da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda, como em um espelho) de RIO-OIR, a proposta final do trabalho resultou em um disco vinyl; do lado A, os sons das águas, naturais e usadas pelo homem, e do lado B, risadas, em referência ao "rio" do verbo rir, ao "oir", do verbo ouvir, em espanhol.Entre poesia e denúncia, "Ouvir o Rio" desvenda a face fluvial do Brasil e oferece cenas inesquecíveis pela beleza, mergulhando ao mesmo tempo nas ondas da reflexão sobre o futuro dos nossos rios. 

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