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Cultura

Mostra em Paris traz a Viena dos tempos de Klimt

Áudio 04:10
Divulgação

O austríaco Gustav Klimt foi um dos grandes nomes da virada do século 19 para o 20. Ele liderou o movimento “Secessão”, de ruptura com o academicismo artístico da época. “No tempo de Klimt, a Secessão em Viena” é o tema de uma nova mostra em cartaz na Pinacoteca de Paris.

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Os objetivos do grupo, uma corrente da Art Nouveau vigente na Europa, eram, entre outros, o de reunir as forças criativas do país, reforçar contatos com artistas estrangeiros, promover um intercambio internacional de ideias e criar uma “arte total”, oposta à ditadura dos salões oficiais vienenses.

A Pinacoteca de Paris propõe ao visitante um mergulho nessa Viena efervescente, berço da psicanalise freudiana. São 180 obras, entre pinturas, esculturas e móveis, emprestadas pelo museu do Belvedere, de Viena e de particulares, que dão um panorama da produção artística da época.

Klimt é representado por algumas obras famosas, como Judith ou Estudo feminino sobre fundo vermelho, mas também a reconstituição do friso “Beethoven”, que depois de exposto em Paris não poderá mais sair da Áustria pelos próximos dez anos.

A variedade de criação do movimento Secessão é representado também por nomes como Koloman Moser, Josef Engelhart, Josef Hoffmann, entre outros. O visitante pode ver ainda as primeiras obras de Egon Schiele e Oskar Kokoschka, que depois seguiram para o expressionismo.

Veja algumas imagens da exposição dedicada a Gustav Klimt:
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