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Cultura

Retrospectiva de David Bowie chega a Paris

Áudio 07:02
David Bowie (davidbowie.com)
David Bowie (davidbowie.com)

Depois de uma temporada de sucesso no Museu Victoria and Albert, de Londres, em 2013, a mostra “David Bowie is” finalmente chega a Paris, depois de ter, inclusive, passado pelo Brasil. São mais de 300 objetos referentes ao artista, apresentados numa cenografia inspirada pelas quase cinco décadas da carreira do artista inglês. Contemporâneo e conterrâneo dos Beatles e dos Rolling Stones, ele forjou uma carreira individual, vanguardista e genial.

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“A maior parte dos objetos em exibição vem dos arquivos do próprio David Bowie, itens que nunca tinham sido vistos antes pelo público”, conta Victoria Broakes, co-curadora da mostra. “É uma coleção imensa, com mais de 75 mil objetos, tivemos um privilégio enorme de escolha”, acrescenta, entre vestuários icônicos, manuscritos, pinturas e muitos objetos pessoais.

Um dos grandes desafios, relata Victoria, foi o de contar a história de um artista também para pessoas que já sabiam muito a respeito dele. Ela diz que a repercussão da mostra foi uma excelente surpresa. “Claro que o tema já era garantia de sucesso, mas foi além das nossas expectativas”. Ela acrescenta que o Museu da Imagem e do Som, de São Paulo, foi a primeira instituição a reservar a mostra com antecedência, antes mesmo da abertura em Londres. A temporada paulistana bateu recordes: mais de 80 mil pessoas em 71 dias.

"Liberdade de ser o que quiser"

David Bowie nasceu em Brixton, bairro popular ao sul de Londres, há 68 anos. Seu sobrenome verdadeiro é Jones, “um dos mais comuns de toda a Inglaterra”, lembra Victoria Broakes. Mas ele soube justamente inspirar o “conceito de individualismo, da liberdade de ser o que você quiser”, lembra a curadora. “Mas mais que um artista icônico, ele é um fenômeno, e a exibição é uma espécie de tributo ao artista, um homem que se inspirou em um largo espectro cultural, passando do kabuki japonês ao expressionismo alemão”.

“David Bowie is” fica em cartaz na Philarmonie de Paris até 31 de maio. Depois segue para a Austrália e em seguida para a Europa, com possíveis novas datas em 2016.

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