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Academia francesa anuncia finalistas do César e defende Polanski

Omar Sy, que já levou em 2012 o César de melhor ator em "Intocáveis", volta a concorrer este ano por sua atuação no filme "Chocolate".
Omar Sy, que já levou em 2012 o César de melhor ator em "Intocáveis", volta a concorrer este ano por sua atuação no filme "Chocolate". Mandarin Cinéma - Gaumont / Julian Torres

A Academia do César, o Oscar francês, anunciou nesta quarta-feira (25) a lista dos finalistas a uma das mais prestigiosas recompensas do cinema na França. Isabelle Huppert, que na terça-feira (24) já havia sido indicada ao Oscar 2017, é uma das favoritas ao prêmio de melhor atriz por sua atuação em "Elle", do diretor Paul Verhoeven. A lista dos finalistas é divulgada no dia depois da desistência do cineasta Roman Polanski de presidir a cerimônia, que acontece em 24 de fevereiro.

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"Elle" de Paul Verhoeven et "Frantz" (Flores do meu amor) de François Ozon dominam a lista dos finalistas do César 2017. Os dois filmes são indicados em onze categorias. "Divinas" de Houda Benyamina (Caméra d'Or no Festival de Cannes 2016), "Les Innocentes" (Agnus Dei) d'Anne Fontaine, "Ma Loute" (Mistério na Costa Chanel) de Bruno Dumont, "Mal de pierres" (Um instante de amor) de Nicole Garcia e "Victoria" de Justine Triet, também estão na disputa pelo cobiçado troféu de melhor filme do ano na França.

Além de Isabelle Huppert, Marion Cotillard, estrela de "Mal de pierres" , também concorre ao prêmio de melhor atriz. Na categoria masculina, a disputa também promete com o popular Omar Sy, o palhaço de "Chocolate", e Gaspard Ulliel, ator principal de "Juste la fin du monde" (Apenas o fim do Mundo), do jovem cineasta canadense, Xavier Dolan, que levou o Grande Prêmio no último Festival de Cannes.

Academia do César defende escolha de Polanski

A escolha do cineasta franco-polonês, Romain Polanski, para presidir a 42ª cerimônia do César "era uma escolha indiscutível", afirmou nesta quarta-feira a Academia Cinematográfica francesa. Alain Terzian, presidente da instituição, disse ainda que não pretende nomear por enquanto nenhum nome para substituir Polanski.

Pressionado por associações feministas, o diretor de 83 anos, que vive há anos na França, renunciou na terça-feira (24) a presidência da cerimônia. Alegando que ele foi julgado à revelia e acusado nos Estados Unidos pelo estupro de uma menor em 1977. As associações lançaram uma petição na internet contra sua indicação, pedindo o boicote da entrega do César este ano. O abaixo assinado reuniu em poucos dias mais de 60 mil assinaturas.

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