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Tênis/França

Djokovic bate Murray e vai à terceira final de Roland Garros

Novak Djokovic se classificou para a terceira final em Roland Garros.
Novak Djokovic se classificou para a terceira final em Roland Garros. Foto: Reuters

Em uma semifinal disputada em dois tempos - depois da suspensão da partida no dia anterior e retomada neste sábado (6) -, o sérvio Novak Djokovic venceu o britânico Andy Murray por 3 sets a 2 e garantiu sua vaga na final do Grand Slam francês. O número 1 é o grande favorito na disputa do título contra o suíço Stanislas Wawrinka e pode erguer o único troféu de Grand Slam que falta na carreira.

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Djokovic e Murray voltaram à quadra principal de Roland Garros no início de uma tarde ensolarada. Essa partida foi interrompida na noite de sexta-feira (5) devido ao mau tempo e a queda de luz natural. Em 3h08 de jogo, Djokovic vencia por 2 sets a 1 (6/3,6/3, 5/7) e o jogo foi suspenso no terceiro set com o placar de 3 /3.

Na retomada, o britânico Andy Murray conseguiu uma quebra de serviço no final do set e fechou em 7/5, levando à disputa para um quinto e decisivo set. O atual número 1 mundial conseguiu conter o embalo do britânico e com duas quebras no serviço, abriu uma grande vantagem e fechou rapidamente o jogo com 6/1, após um total de 4h09 de partida.

"Foi um jogo muito dificil. Eu estava solido e agressivo ontem, mas Andy Murray estava com mais confiança hoje", reagiu Djokovic, que terá menos tempo para se preparar para a final de amanhã a final contra Stanislas Wawrinka. O suíço derrotou o francês Jo-Wilfried Tsonga por 3 sets a 1 (parciais de 6/3, 7/6, 6/7 e 6/4). “Estou sempre pronto para as finais e não importa o que me resta ainda de energia, essa energia vai se expressar amanhã na quadra e espero que será suficiente", afirmou.

A final entre os dois tenistas é inédita na terra batida de Roland Garros. No entanto, o sérvio fará sua terceira final, após ter perdido as de 2012 e 2014 para Rafael Nadal. Depois de eliminar o carrasco espanhol nas quartas, o sérvio se tornou o favorito para erguer o único troféu de Grand Slam que falta em sua carreira. Já Stanislas Wawrinka disputa sua segunda final de um Grand Slam, depois de ter vencido o Open da Austrália, em 2014.
 

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