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Termina à meia-noite prazo para entrega de candidaturas à presidência da Fifa

Gianni Infantino, secretário-geral da Uefa, entra na disputa pela presidência da Fifa.
Gianni Infantino, secretário-geral da Uefa, entra na disputa pela presidência da Fifa. REUTERS/Denis Balibouse

Termina à meia-noite desta segunda-feira (26) o prazo para os interessados em assumir a presidência da Fifa apresentarem suas candidaturas. Nas últimas horas, mais dois concorrentes entraram na disputa: o presidente da Confederação Asiática de futebol, o xeique Salman ben Ibrahim Al-Khalifa, do Bahrein, e o suíço Gianni Infantino, secretário-geral da Uefa. Infantino recebeu o apoio unânime do comitê executivo da federação europeia, o que representa um novo golpe à candidatura do francês Michel Platini.

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A presidência da Fifa conta com sete concorrentes até o momento. Entre os demais candidatos oficiais estão Platini, suspenso da presidência da Uefa por 90 dias, por suspeitas de corrupção. O príncipe Ali, da Jordânia, que levou Blatter ao segundo turno na última eleição; o francês Jerôme Champagne, que já foi vice-secretário-geral da entidade; David Nakhid, ex-capitão da seleção de Trinidade e Tobago; e o sul-africano Tokyo Sexwale, que já dividiu a cela de Nelson Mandela durante a luta contra o Apartheid e entrou na disputa na última sexta-feira. O milionário sul-africano, cujo nome de batismo é Mosima Gabriel Sexwale, ganhou o apelido de "Tokyo" na infância por ser apaixonado por caratê, esporte criado no Japão.

O brasileiro Zico também anunciou a intenção de se candidatar, mas ainda não conseguiu o apoio necessário de pelo menos cinco federações nacionais.

Platini, favorito até a suspensão anunciada no dia 8 de outubro, teve a candidatura congelada, o que deixa a disputa em aberto. A suspensão termina, em teoria, no dia 5 de janeiro, pouco menos de dois meses antes da eleição, mas pode ser levantada mais cedo, já que o dirigente já recorreu diante da câmara de apelação e pretende levar o caso ao Tribunal Arbitral do Esporte se for preciso.

Apesar do mega-escândalo de corrupção, o comitê executivo da Fifa manteve para o dia 26 de fevereiro a eleição do sucessor do presidente demissionário Joseph Blatter, que, como Platini, foi suspenso por 90 dias.

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