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Dois anos após acidente, continua o mistério sobre saúde de Schumacher

O piloto Michael Schumacher ficou em coma durante seis meses antes de ser transferido para sua residência.
O piloto Michael Schumacher ficou em coma durante seis meses antes de ser transferido para sua residência. REUTERS/Radu Sigheti/Files

No dia 29 de dezembro de 2013 o ex-piloto de Fórmula 1 Michael Schumacher foi vítima de um grave acidente de esqui em Meribel, nos Alpes Franceses. O alemão ficou vários meses em coma e, dois anos após a tragédia, poucas informações foram divulgadas sobre seu estado de saúde.

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Schumacher caiu quando esquiava com o filho e um grupo de amigos em uma pista não-balizada. Desde então, o ex-piloto continua recluso e seu quadro clínico é mantido em segredo pela família. Segundo as últimas informações publicadas pelas revista alemã Bunde em dezembro, o ex-campeão de Fórmula 1 teria voltado a andar. Mas a notícia foi logo desmentida por seus próximos. “Essas afirmações não correspondem aos fatos e as especulações são irresponsáveis. Diante da gravidade dos ferimentos de Michael Schumacher, a proteção de sua vida privada é importante”, declarou a porta-voz da família, Sabine Kehm.

Em outubro passado, o jornalista esportivo brasileiro Reginaldo Leme também comentou o estado de saúde do alemão. “Todo mundo sabe que ele está em estado vegetativo. Ele perdeu massa muscular e está muito magro. Saiu em um jornal alemão que ele estava pesando 45kg, a família ficou doida e processou o jornal”, disse o comentarista, ressaltando que nem os mais próximos têm visitado o ex-piloto.

Amigos teriam sido afastados do ex-piloto

Wilhelm Friedrich Weber, empresário de Schumacher entre 1988 e 2010, reclama do excesso de proteção dos familiares do piloto. Entrevistado pelo jornal alemão Bild, ele acusou Corinna Schumacher, a esposa do campeão de Fórmula 1, de impedir o contato dos amigos. “Eu tentei várias vezes a autorização para visitá-lo, em sucesso. Há sempre uma desculpa. Recentemente me disseram que era por causa do medo de bactérias”.

Após seis meses em coma, o alemão foi transferido para sua residência em Gland, na Suíça, que foi totalmente adaptada para que os médicos pudessem atuar em seu reestabelecimento. Segundo informações divulgadas este ano, uma equipe de 15 médicos e enfermeiros estaria cuidando do atleta e seu tratamento custaria cerca de meio milhão de euros por mês (mais de R$ 2 milhões).

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